as portas da percepção

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Descobri a banda em 2015 com a música Shake It Out, desse álbum, e desde lá fui o escutando. Uma música de cada vez,(porquê sim, demoro para escutar um álbum completo) e agora em 2017, término todas da versão Deluxe do iTunes.
Me apaixonei por essa banda e pela Florence Welch, a vocalista e líder, por terem um som totalmente diferente das outras bandas do meio Indie/alternativo atual.


Ele não tem essa vibe cool/depressiva/cigarro-na-mão/queria estar morta que eu odeio e para a qual reviro meus olhos. Nesse álbum, que os fãs consideram como o lado "dark" da banda, temos letras sensacionais com um instrumental e vocais impecáveis, que convenhamos, é difícil encontrar no meio indie. Acaba que quando achamos uma música maravilhosa na versão de estúdio, ao vivo ela acaba sendo uma merda.
indicações :) : Shake It Out, No Light No Light, Lover to Lover, Breaking Down e What the Water Gave to me.




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Seguindo a dica dá Tati feltrin (sempre ela), conheci Persona, que se tornou um dos meus filmes preferidos dá vida.
De cara amei a estética e fotografia do filme. Em alguns momentos parece uma peça de teatro, e o p&b parece variar entre os filtros do VSCO.
Ele conta basicamente a história de Elisabeth Vogler, uma atriz renomada que durante um ensaio para totalmente de falar, e isso vai durar o filme inteiro.
Por isso, Alma, uma enfermeira é contratada para cuidar dela, e as duas vão se isolar em uma casa de praia. E com isso o filme cria diversos questionamentos e perguntas que até agora não achei resposta.


Elisabeth, praticamente muda, vira uma máscara para que Alma conte todos os seus segredos, e realmente se abra. Chega um ponto em que as duas estão próximas de tal forma que as suas indentidades se confundem. E o final é arrasador, até agora estou pensando se entendi ou não. Mas acho que isso era a intenção do filme.


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Li pela primeira vez à 3 anos atrás, e dada as circunstâncias (lendo no tablet, arquivo em PDF mal ajustado, termos não-traduzidos), não me lembrava de nada da história. Só me lembrava que tinha amado.
Agora, comprei toda a coleção  na edição nova, sem o box é claro, porque ia sair por muito mais do dobro do preço com ele. E é só um box né...
Mas tá, o livro.
Amei pela segunda vez, e devorei como na primeira. Eu estava cansado por causa do Tormenta de Espadas, e peguei ele pra descontrair, e devorei em uma noite. Ele é simplesmente o livro YA mais bem escrito que eu já li. Não sei se superou o Golden Compass, mas superou todos os Percy Jacksons e Jogos Vorazes da vida.
Não vou falar da história por motivos de... todo mundo no universo já  conhece.
Mas só vou ler os outros depois de terminar As Crônicas de Gelo e Fogo, e como estou chegando na metade do 3° livro ainda...
Paciência.

ps: escolhi uma data bem propícia para falar dele  não é? ;)






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